Eu tive a sorte de descobrir as coisas que eu mais gostava de fazer ainda nova: fotografar, viajar e contar tudo para os outros. 
Sempre fui o tipo de pessoa que ama sentar no sofá no almoço de domingo da família para ver um por um, todos os álbuns antigos que a gente acumula de herança do passado. Tinha gosto desde pequena pelas fotos antigas, os negativos de filmes revelados e por conversas longas e bem demoradas. Não é atoa que escolhi fotografia como minha profissão e que continuo amando falar!

Com 12 anos queria conhecer a Disney, mas por escolha dos meus pais, minha primeira viagem internacional, foi para Firenze, na Itália. De imediato não achei boa ideia, mas foi só colocar os pés lá que tudo mudou. Lá passou a ser algo muito mais significativo do que apenas um lugar para viajar. Firenze é a cidade onde meus avós moraram e passou a ser um meio de me conectar com o que já aconteceu com as pessoas a minha volta.

 Desde então, entendi que o que eu mais amava era conhecer cantos diferentes por ai e explorar cada espacinho com o olhar minucioso para cada detalhe! Hoje tenho como maior plano, viajar o mundo e relatar todas as experiencias vividas.

por @fervls
Quanto pequena, recortava fotos das revistas, colava em folhas brancas e escrevia sobre elas, fazendo a minha própria revista. Também já pintei quadro, joguei futebol, dancei ballet, fui repórter de esportes e escritora de livros infantis. Tudo isso antes de ganhar dois dígitos na idade. Sempre tive a curiosidade de entender e questionar todas as coisas. Muitas passaram na minha vida e na minha cabeça, mas uma delas ficou, continua aqui, e talvez fique para sempre: o gosto por contar histórias que não são minhas, mas que depois disso passam a ser. E hoje eu vejo que tudo que eu já fiz de escolhas refletem ainda essa criança que eu fui, e que eu sou. Fazendo retratos de pessoas como fotógrafa ou registrando tudo por ai como viajante. O que eu faço é contar histórias do mundo, não importa de que jeito.

Não sou uma das melhores pessoas para me descrever e nem para me apresentar. Eu gostaria mesmo que pudessemos sentar e tomar um café para nos conhecermos melhor.

Sinta-se em casa! Pode tirar os sapatos, ligar a TV e colocar os pé em cima do sofá. O que não falta é história para contar e vontade de conhecer novas também.

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